
Desde quando me entendo por gente , isso lá pelos meus 17 anos de idade, eu sou muito ligada a cultura nordestina. Gosto das músicas, e principalmente do sotaque é um jetinho que nem os melhores atores conseguem imitar.
Sempre quis ficar próxima, até que um dia descobri que minha avô, mãe de minha mãe é de uma cidadezinha do interior de Alagoas chamada Quebrangulo. Minha Vô é bem morena, cabelos escuros ralos e muito magrinha. É uma tipica Ferreira da Silva. Saber disso me deu um orgulho danado, ter em minhas veias correr o sangue nordestino.
E foi assim que meu amor por esse lugar cresceu.
Não, eu não esqueci que esse blog é sobre teatro! Mas eu precisava contar esse um pouco de mim pra depois falar da peça que assisti ontem no Sesc Avenida Paulista.
Concerto de Ispinho e Fulo é o nome dela.
Chegou até mim por um amigo que tambpem nordestino me falou tão bem, me entusiasmou de tal modo que não vi outra solução a não ser assistir a peça.
Já de entrada, a porta do teatro envolta por uma cortina de renda, já é o canal do transporte de mundos. O cenário, que era no solo, fica em arena , os instrumentos localizados ao sul e ao norte.
As trocas dos atores ficam a margem do circulo. E já damos partida ao embalo da sanfona, percussão e violão.
Entre as músicas e diaologos, a historia do poeta Patativa do Assaré nos é contada de uma maneira leve que desapercebidamente você já está tão envolvido, tão absorto que nem se recorda que já transcorrem 3 horas de espetáculo.
É raro eu fazer uma propaganda tão descarada, todas as peças que eu divulgo aqui é porque eu aprovo. Mas essa, eu peço que quem estiver lendo isso, corra o mais rápido possivel até o dia 11 de outubro e assista Concerto de Ispinho e Fulo.
Vou colocar um vídeo da Cia do Tijolo, grupo que é responsável por essa belísisma criação.
Espero de verdade ler comentários lindos aqui!
http://http//www.youtube.com/watch?v=OTQOyTFTGks&feature=related
Sempre quis ficar próxima, até que um dia descobri que minha avô, mãe de minha mãe é de uma cidadezinha do interior de Alagoas chamada Quebrangulo. Minha Vô é bem morena, cabelos escuros ralos e muito magrinha. É uma tipica Ferreira da Silva. Saber disso me deu um orgulho danado, ter em minhas veias correr o sangue nordestino.
E foi assim que meu amor por esse lugar cresceu.
Não, eu não esqueci que esse blog é sobre teatro! Mas eu precisava contar esse um pouco de mim pra depois falar da peça que assisti ontem no Sesc Avenida Paulista.
Concerto de Ispinho e Fulo é o nome dela.
Chegou até mim por um amigo que tambpem nordestino me falou tão bem, me entusiasmou de tal modo que não vi outra solução a não ser assistir a peça.
Já de entrada, a porta do teatro envolta por uma cortina de renda, já é o canal do transporte de mundos. O cenário, que era no solo, fica em arena , os instrumentos localizados ao sul e ao norte.
As trocas dos atores ficam a margem do circulo. E já damos partida ao embalo da sanfona, percussão e violão.
Entre as músicas e diaologos, a historia do poeta Patativa do Assaré nos é contada de uma maneira leve que desapercebidamente você já está tão envolvido, tão absorto que nem se recorda que já transcorrem 3 horas de espetáculo.
É raro eu fazer uma propaganda tão descarada, todas as peças que eu divulgo aqui é porque eu aprovo. Mas essa, eu peço que quem estiver lendo isso, corra o mais rápido possivel até o dia 11 de outubro e assista Concerto de Ispinho e Fulo.
Vou colocar um vídeo da Cia do Tijolo, grupo que é responsável por essa belísisma criação.
Espero de verdade ler comentários lindos aqui!
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2 comentários:
e tem gente que se ofende quando eh chamado de 'baiano'...rs...cada uma...
vou correndo, com certeza!
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