O local é o mesmo e a expectativa está maior desde sua única apresentação em dezembro do ano passado.
Finalmente chega o dia em que a Companhia Uzyna Uzona apresenta a peça Cipriano e Chantalan.
Retiro quase tudo do que disse de ruim sobre. ( Aos que queiram entender melhor por favor vejam o post antigo de Chatalan)
Fiquei maravilhada e me senti criança de novo. O colorido espalhado entre os panos, estrelas e natureza, misturados com o coro de vozes dos atores mirins do Bixigão que alegram todo o espaço avenida Oficina.
Finalmente chega o dia em que a Companhia Uzyna Uzona apresenta a peça Cipriano e Chantalan.
Retiro quase tudo do que disse de ruim sobre. ( Aos que queiram entender melhor por favor vejam o post antigo de Chatalan)
Fiquei maravilhada e me senti criança de novo. O colorido espalhado entre os panos, estrelas e natureza, misturados com o coro de vozes dos atores mirins do Bixigão que alegram todo o espaço avenida Oficina.
Um item que preciso ressaltar. A beleza do cenário. Acho que nunca vi um cenário tão lindo. Simples e de uma vivacidade incrivel.
Com o enredo do amor interrompido de Cipriano que perde Chantalan em uma tarde de domingo este, desesperado corre atrás do seu amor por 7 anos e, nesse período, passa por aventuras fantásticas para reencontrar esse amor.
Passa pela casa do Sol – gay, ótima interpretação de Guilherme Calzarava, como o próprio astro e, sua mãe, interpretada por Céllia Nascimento. O público foi levado do inicio ao fim pelas peripécias das duas personagens.
Após esse momento “alegre”, Cipriano vai até o céu atrás da Princesa da Lua que, acompanhada por suas estrelas enriquecem a moral do gênero feminino de que “nunca se entregar rápido demais, esse é o X da questão.”
A cantora lírica e claro, atriz, Naomy Schölling foi o glamour desta viagem. Uma ótima atuação que prendeu o público com sua linda voz e com suas caras e bocas.
Sem encontrar o que queria, Cipriano continua sua busca e vai para a selva. Lá encontra índios que, ao conhecerem um empresário se vendem para o showbusiness.
E aí que eu me senti perdida.
Apesar de, em cada “mundo” que Cipriano visita, mesmo que ele não esteja o tempo todo presente, as passagens das personagens são apresentadas em um bom tempo. Não curta demais ou longo demais.
Mas, nessa cena da visita a selva, fica longo demais e o Cipriano apenas assisti ao fundo tudo que se passa.
E ai entramos no mundo árabe; e “vamos todos comer kibe!”
Não dá para negar que é uma parte muito animada, mas e....
Cadê a história mesmo?
Esses dois momentos foram os únicos no qual a história ficou perdida.
Enfim, Chantalan, que agora é uma “menina – gaivota” , reencontra seu amado.
O fim?
Ainda não.
Em meio do palco me aparece Alice. Sim, Alice no País das Maravilhas.
Apesar de ser uma peça que me lembra muito o Pequeno Príncipe, esse final com referência a Alice deu muito sentido as coisas fantásticas que aconteceram durante as 3 horas de apresentação.
Pode ter sido óbvio?
Pode.
Mas confesso que fiquei muito feliz com o resultado.
Senti- me novamente no Oficina.
Evoé!
Com o enredo do amor interrompido de Cipriano que perde Chantalan em uma tarde de domingo este, desesperado corre atrás do seu amor por 7 anos e, nesse período, passa por aventuras fantásticas para reencontrar esse amor.
Passa pela casa do Sol – gay, ótima interpretação de Guilherme Calzarava, como o próprio astro e, sua mãe, interpretada por Céllia Nascimento. O público foi levado do inicio ao fim pelas peripécias das duas personagens.
Após esse momento “alegre”, Cipriano vai até o céu atrás da Princesa da Lua que, acompanhada por suas estrelas enriquecem a moral do gênero feminino de que “nunca se entregar rápido demais, esse é o X da questão.”
A cantora lírica e claro, atriz, Naomy Schölling foi o glamour desta viagem. Uma ótima atuação que prendeu o público com sua linda voz e com suas caras e bocas.
Sem encontrar o que queria, Cipriano continua sua busca e vai para a selva. Lá encontra índios que, ao conhecerem um empresário se vendem para o showbusiness.
E aí que eu me senti perdida.
Apesar de, em cada “mundo” que Cipriano visita, mesmo que ele não esteja o tempo todo presente, as passagens das personagens são apresentadas em um bom tempo. Não curta demais ou longo demais.
Mas, nessa cena da visita a selva, fica longo demais e o Cipriano apenas assisti ao fundo tudo que se passa.
E ai entramos no mundo árabe; e “vamos todos comer kibe!”
Não dá para negar que é uma parte muito animada, mas e....
Cadê a história mesmo?
Esses dois momentos foram os únicos no qual a história ficou perdida.
Enfim, Chantalan, que agora é uma “menina – gaivota” , reencontra seu amado.
O fim?
Ainda não.
Em meio do palco me aparece Alice. Sim, Alice no País das Maravilhas.
Apesar de ser uma peça que me lembra muito o Pequeno Príncipe, esse final com referência a Alice deu muito sentido as coisas fantásticas que aconteceram durante as 3 horas de apresentação.
Pode ter sido óbvio?
Pode.
Mas confesso que fiquei muito feliz com o resultado.
Senti- me novamente no Oficina.
Evoé!
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7 comentários:
se a alice visitou a peça, tbm quero visitar.
sera q, qqr dia, o he-man aparece de novo por la?
tbm adorei o he-man...kkk...
quero assistir!...
bjo!
Delícia!!! Evoé!!!
hahaha,de índio p/ árabe.
e a menina gaivota fica com o menino do mundo alegre!?
acho q é por isso q apareceu a alice.
eu axo que nao nasci para entender teatro, jah vc... hahaha talento natoooo
Eu fiz parte da primeira leitura dessa peça! AMO cada pedacinho!
Volta em cartaz agora em nov/dez...
Vale a pena ver de novo messsmo!
Beijo
olá marilia!
procurando informações sobre a peça cipriano e chan-ta-lan cheguei no seu blog.
gostei demais da sua visão sobre o teatro.
estive em sampa para assistir as ultimas apresentações do oficina antes do fechamento do ano.
tb publiquei as minhas impressões sobre o que lá vi.
linkei o seu blog, tudo bem? voltarei aqui sempre para ler o que escreve sobre o que vc vê em sampa, isso muito me interessa.assim eu fico mais a parte do que se passa nos palcos das mil cidades.
um abraço.
parabéns!
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